terça-feira, 2 de setembro de 2014

O problema do leite que ficou - ou o que fazer quando o leite da gata empedrar?

As gatinhas foram embora na sexta de tarde e já no sábado de manhã vi que as tetinhas da gata estavam inchadas. Fiz compressa de água quente, melhorou um pouco e tudo bem.

Tentei fazer mãe de leite entre sábado e domingo, porém não deu certo. E com isso o leite foi empedrando. 

Ontem marido levou ela na nossa vet de família e ela irá tomar duas injeções, (uma ontem e outra hoje), além do remédio para secar o leite. Queria muito poder ajudar outro(s) gatinho(s), mas ela já estava sofrendo. 

Achei engraçado porque todos nós vimos aquela gata mirradinha, com 2,5 quilos, e tivemos certeza que teríamos de complementar o leite com petmilk. No fim, ela teve tanto leite que sobrou. Como a natureza é incrível!

Então fiz esse post para falar como aliviar um pouco a dor da mãe caso vocês tenham algo parecido. A veterinária disse que o melhor é fazer compressa de água quente com pano úmido, não com a bolsa. A umidade aparentemente ajuda a aliviar. 

Outra coisa importante é que, caso as tetinhas comecem a inchar, endurecer e/ou ficar com febre, realmente o melhor é dar um remédio para cortar o leite. Nós tentamos dar um anti-inflamatório antes, mas não teve jeito, continuou piorando, então optamos por dar esse remédio.

O importante é tratar logo porque pelo que soube esse caso causa dor intensa e pode desenvolver outros problemas bastante sérios.

sexta-feira, 29 de agosto de 2014

A última soneca juntas

Acho que eu fiquei mais triste do que todo mundo nessa história da partida dos bebês. A mamãe miou um pouco, mas depois de muito tempo, e passou rápido. As pequenas estão juntas e brincando felizes na nova casa. E eu super chorei ao tirar as duas dessa sonequinha e colocar na caixa para ir embora.

Mas é muito bom saber que elas só estão indo para essa nova casa bem e fortes porque pudemos ajudá-las aqui em casa.

segunda-feira, 25 de agosto de 2014

A maravilhosa opção de mudarmos o mundo

Todo trabalho temporário faz a vida a gente um tiquinho mais feliz. A verdade é que doar um pouco de nosso tempo, atenção e amor a algo ou alguém que precisa nos faz realmente pessoas melhores.

Muita gente que conheço tem aquele discurso pronto (e tolo) de que não adianta nada fazer algo para mudar se só nós mesmos estamos fazendo. Não acredito nisso! Sou a favor de que se o que faço ajudar uma pessoa (ou bicho) que seja, o mundo ficou um pouco mais colorido.

Vi um vídeo que apresenta bem isso que digo e quis compartilhar - Doe bondade ao mundo!

sexta-feira, 22 de agosto de 2014

A gata que não sabe brincar

Holly é possivelmente a gata mais carinhosa que eu já conheci... Ela gosta de cafuné, pede colo, dá a barriga para fazer carinho e te olha fundo no olho enquanto recebe carinho na cabeça. É nítida a sensação de agradecimento que ela tem, deve ter sofrido muito nessa vida! É muito comovente a forma como ela te olha quando recebe carinho - fixamente, bem no fundo do olho, como se estivesse agradecendo por estar ali contigo.

Além disso, adora ficar perto da gente, ronrona alto, é muito, muito apaixonante.

Ela é uma ótima mãe também: ficou dentro da mala de escola que foi abandonada com os filhotes para que eles mamassem, não se esconde, sempre amamenta e aguenta firme e forte as brincadeiras de mordida na orelha das filhotes, mesmo quando está quase dormindo.

Mas não sabe brincar. Tentamos com tantas coisas, mas tadinha, ela ainda não conseguiu. Realmente deve ter ficado muito tempo na rua...


terça-feira, 19 de agosto de 2014

Em casa de ferreiro...

Sempre que indico o lar temporário para o pessoal que procura a ONG (e em geral, quando me perguntam) a primeira coisa que digo é: o ideal é não misturar os gatos.

Existem "n" motivos para isso:
- diminuir um estresse desnecessário para o(s) gato(s) da casa e também para o(s) gato(s) do LT, já que eles não irão conviver para sempre, visto que o LT é um momento transitório entre a rua ou a ONG e a casa da família amorosa que irá adotar seu hóspede;
- evitar transmissão de doenças que o gato do LT pode ter (ou até mesmo que seu gato tenha e pode passar ao LT);
- evitar a transferência de pulgas e vermes que o gato novo pode trazer ao gato da casa;
- não criar laços afetivos entre o gato da casa e do lar temporário;
- diminuir a possibilidade de sofrimento do hóspede e o nosso sofrimento por separação depois que ele for adotado.

Basicamente são esses os motivos que dou e acho todos bastante válidos. Porém já levei Negritude Jr ao veterinário, minha gata é saudável e, de repente, lá estão os gatos temporários passeando pela casa e ganhando espaço ainda maior em nossos corações.

Na verdade, elas continuam todas no quartinho, tendo o espaço delas. Porém quando estou em casa acabo abrindo a porta e elas convivem com a minha pequena grande gata sem muitos problemas.

Agora, uma coisa eu nunca vou conseguir recomendar, que os gatos da casa e do lar temporário fiquem o tempo todos juntos porque pode gerar brigas ou problemas para a separação.

segunda-feira, 18 de agosto de 2014

Sobre os potes de comida

Lembram daquela linda cena da foto do último post, duas irmãs comendo bonitinhas no mesmo pote de ração? Obviamente este tempo já passou e agora elas já não querem mais saber de comer juntas.

Ontem coloquei o pote do sachê e uma empurrava a outra, até que a mais gordinha colocou uma pata dentro do pote, depois outra, e tomou conta do pedaço. Conclusão: dividi o sachê e a gata comeu da minha mão mesmo. Hoje já vou ter de mudar a tática e separar dois potes.

É tão divertido ver como eles vão ficando espertinhos tão rápido...

sexta-feira, 15 de agosto de 2014

Um dia de aventuras e novidades

Hoje foi a primeira vez que levei o bando na veterinária. A Preparada está com 330g, a Popozuda com 440g e a Holly está com 2,6kg.

Todas estão saudáveis, sem pulgas e logo vão fazer a segunda dose de vermífugo. Além disso, a mamãe ganhou as vacinas da vet e todas ganharam a consulta - e um remédio para tomar para melhorar a flora intestinal. Apesar de ter ficado com um pouco de vergonha, achei a atitude da veterinária (que já cuida das minhas pequenas há anos) muito linda!

Ela me contou que, na verdade, pelos caninos desgastados da Holly, ela não é mais nenhum filhote. Então ela possivelmente fique essa microgata mesmo, só espero ajudar a engordar um pouco porque as costelas são todas aparentes, coitada! Ela come como se não houvesse amanhã, obviamente passou muita fome já. 

Todas foram e voltaram bem quietinhas dentro da toca quentinha que as coloquei e quando chegaram em casa, continuaram fofas dentro do quarto.

Com o frio que está fazendo em Curitiba, eu enchi o quarto com cobertas, além da caminha e da toca. Mas de qualquer forma, como trabalhei em casa, preferi tirar elas um pouco da reclusão e levei passear na sala. O passei terminou quando minha gata correu atrás da Holly. Na foto ao lado as pequenas brincando de caverna na coberta.


E depois de toda a aventura de hoje, consegui fazer todas as gatinhas comerem, sem exceção. A mãe, na verdade, deve comer mais do que eu e você juntas, mas as filhinhas estavam naquela... A Popozuda comia bem pouco só no meu dedo. A Preparada cheirava e saia pulando brincar. Hoje aproveitei a visita no veterinário e comprei três latinhas de Royal Canin. Claro que todo mundo quis comer muitão! A mãe até tentou roubar do pote das crianças depois que a dela acabou, safada!